Não se pode esperar vender um livro, se não facultarmos ao leitor uma forma fácil e clara,
para fazer consultas, ler um pouco da história e concluir se vai ou não, ao encontro do seu gosto pessoal de leitura.
Há plataformas que mostram a capa do livro, um insipido resumo e alguns dados sobre o mesmo, mas que não facultam pelo menos meia dúzia de páginas, para o leitor poder concluir se deve ou não, fazer a compra. Em cima, está um exemplo da apresentação do livro A Ponte da Concórdia, onde se pode ler cerca de 20% da história.
É exatamente por isso que o Google Play Livros se revela uma forma diferente de abordar a venda de livros. De uma forma geral, todos os ebooks publicados (o Google Play só trabalha com ebooks) têm cerca de 20% da história à disposição do leitor, para que, de forma tranquila e segura, possa tomar a sua decisão.
Ao longo do tempo, tenho recebido notícias de leitores que não se sentem verdadeiramente esclarecidos e que, por isso mesmo, decidem não arriscar.
A tendência, parece ser a compra através de plataformas. Mais prático, sem pressas, no sossego de casa ou do trabalho, mas se não houver informação suficiente, o leitor não será completamente esclarecido.

.png)
